Saiba quais são as tendências de comércio eletrônico no Brasil

Há alguns anos, para empresários venderem seus produtos e entrarem no varejo, a única opção era montar sua loja física. Com a chegada da internet as coisas mudaram muito e é impossível não pensar em comércio eletrônico atualmente.

Empreendimentos online, chamados também de ecommerce, ou comércio eletrônico, estão muito presentes na vida das pessoas e crescem a cada dia.

Sua empresa já está inserida nessa realidade de vendas pela internet? Confira nosso artigo e fique por dentro das tendências do comércio eletrônico!

O que é comércio eletrônico?

Antes de falarmos das tendências, é importante falarmos sobre o que é essa estratégia. O comércio eletrônico é mais uma plataforma de vendas, com uma lógica relativamente simples.

Qualquer empreendedor pode vender seus produtos pela internet, seja com ajuda de redes sociais, aplicativos, sites de revenda ou site próprio.

É preciso um trabalho de logística para a entrega, que é feita por transportadoras e pelos correios, que é um dos parceiros oficiais de muitos ecommerces.

Em 2018, houve crescimento do comércio eletrônico no Brasil, contando com mais de 60 milhões de compradores. A tendência é que esse número siga subindo e, cada vez mais, esse tipo de comércio conquiste mais indivíduos.

Quais as tendências do comércio eletrônico?

Como tudo que se passa na internet, sendo esses acontecimentos movidos pela tecnologia, muitas são as inovações e tendências a cada momento.

É preciso que as empresas estejam sempre atentas para não ficarem para trás em relação à concorrência. Confira algumas tendências que separamos para você.

Clubes de assinatura

Isso já existe em alguns setores e é tendência que ganha cada vez mais força. Existe interesse crescente por parte dos clientes em receber, mensalmente, produtos como alimentação, cosméticos e higiene, por exemplo.

Essa procura acontece por vendas a preços mais baixos, comodidade de não repetir o processo de compra com frequência, exclusividade, entre outros.

É preciso conhecer muito o cliente para saber de suas necessidades e não enviar produtos que não servem para ele.

Marketplace

Os marketplaces são antigos conhecidos dos varejistas, porém o marketplace de nicho é uma tendência no comércio eletrônico.

O marketplace de nicho é segmentado e leva público que sabe o que quer, por isso, maiores as chances de conversão.

Os marketplaces, assim como o e-commerce é um ambiente virtual de venda de produtos, com a diferença de que no marketplace diversos fornecedores estão reunidos.

Esse tipo de estratégia dá visibilidade, reduz custos e pode aumentar vendas. Por outro lado, a empresa que decide anunciar neste local precisa ter estratégias para se destacar e não afetar a personalidade de sua marca.

Atendimento automatizado

Quanto mais o cliente consegue resolver os seus problemas, e tirar suas dúvidas de forma rápida, melhor.

Contar com canais de atendimento no comércio eletrônico, de forma rápida e automatizada, ajuda a fidelizar o cliente.

O uso de chatbots, assistentes virtuais e FAQs, por exemplo, tem se tornado cada vez mais frequente e é preciso pensar nessas ferramentas junto com a entrada no comércio eletrônico.

Realidade mobile

Estar cada vez mais no celular não é novidade para ninguém, porém, nem todos os empreendedores se preocupam como deveriam com essa nova realidade.

Hoje em dia, um terço das compras no comércio eletrônico já são feitas pelo celular. Logo, é impossível ignorar esse meio.

Sendo assim, é importante considerar algumas opções para melhor navegabilidade ao consumidor.

O site responsivo é um deles. Acessar sites pelo celular é diferente do que acessar por um computador e, assim, é preciso que as empresas se adequem e adaptem as diversas telas das suas páginas web, dando a melhor experiência para o consumidor.

O aplicativo próprio também é uma boa opção para quem já está investindo mais em seu comércio eletrônico. O aplicativo é uma tendência em diversos setores e pode contar com diferenciais, como simulações de provadores, por exemplo.

Redes sociais

As redes sociais assumem cada vez mais o papel de buscadores de produtos e serviços. É nesse local que se pode fazer amplas estratégias de divulgação e campanha para chegar nos clientes.

Além disso, as redes também servem como canal de comunicação e de reputação de uma empresa. São nelas que os clientes elogiam e, principalmente, fazem reclamações e expõem a empresa de modo a influenciar outros possíveis compradores.

É preciso estar por dentro da lei e se adequar para que a segurança no negócio, seja dos dados da empresa ou do consumidor, fique sempre em primeiro lugar.

Comando de voz

As possibilidades de interagir com os celulares através de comandos de voz também mudam a forma como os usuários utilizam o comércio eletrônico.

Pensar e se adequar às formas convenientes para que as lojas online ofereçam esse tipo de navegação é uma tendência para o futuro.

Poucas empresas têm aproveitado essa possibilidade, portanto, quem sair na frente tem boas chances de destaque.

No caso dos assistentes Siri e Google Assistant, o comando de voz inclui produtos desejados no carrinho a partir dos resultados das buscas dos usuários.

Estratégia Omnichannel

Mesmo que o mundo virtual seja muito presente na vida dos compradores, é preciso unir ao máximo o online e offline, aprimorando a experiência do cliente.

O omnichannel dá a possibilidade de um usuário usar um aplicativo ou entrar no site da loja para buscar um produto, ir até a loja física experimentá-lo e receber em casa, por exemplo.

Lei Geral de Proteção de Dados

O comércio eletrônico possibilita rapidez e facilidade para os usuários, mas é também preciso ter atenção à segurança de dados ligadas a ele.

Nas trocas comerciais online muitas informações são passadas e as empresas precisam se preocupar com os dados de seus clientes, afinal, existem ali informações extremamente confidenciais.

A Lei Geral de Proteção de Dados entra em vigor em 2020 e os vendedores do comércio eletrônico precisam se preparar para ela.

A LGPD dá mais poder ao consumidor quanto à coleta e uso de seus dados pessoais e penaliza empresas que descumprirem suas regras.

É preciso estar por dentro da lei e se adequar para que a segurança no negócio, seja dos dados da empresa ou do consumidor, fique sempre em primeiro lugar.

Estreitar os laços e diminuir as barreiras do on e offline é essencial para o comércio eletrônico.

Ter um comércio eletrônico não é algo tão complexo nos dias de hoje, mas é preciso estar atento a cada tendência para não ficar para trás e ser abatido pela concorrência.

Mais do que pensar em preços, marketing, logística é preciso pensar também na segurança e contar com estratégias que garantam que os dados e informações não saiam da base da empresa.

Contar com um comércio eletrônico pode ser muito vantajoso para as empresas. Como está o seu negócio em relação a isso? Aproveite que agora você sabe mais sobre o tema e aprenda o que é business intelligence e como ele pode ser utilizado para as empresas em seu marketing.


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